AUGUSTO URGENTE - JACOBINA BAHIA: Jacobina: Alunos do Colégio Esther Tupinambá de Moraes de Itapeipu participam de aula de campo na Estação de Tratamento de Esgoto.
O ato educativo das professoras e o processo didático moderno recebido pelos alunos são dignos de todos os louvores. Estou feliz por eles e por todos. Sou de Itapeipu, onde fui registrado no Cartório de Anadissor de Oliveira (que, talvez, não exista mais). Morei em Cachoeira Grande, com meus pais (Euclides Carlos de Oliveira e Maria Salomé de Oliveira, da loja de tecidos São Roque). Em Itapeipu, tenho parentes distantes: os descendentes de tia Mariinha, como uma professora que é filha de Augusta, filha adotiva de tia Mariinha. Ainda, tia Ernesina, esposa do senhor Genésio (eles tinham uma padaria). O nível cultural-intelectual da escola, das mestras e dos alunos deve receber os parabéns de todos, como os meus. Vi as fotos da turma. Repito os cumprimentos: parabéns.
João Carlos de Oliveira. www.linguagemdocotidiano.com.br
segunda-feira, 29 de maio de 2017
AUGUSTO URGENTE - JACOBINA BAHIA: Jacobina: Alunos do Colégio Esther Tupinambá de Moraes de Itapeipu participam de aula de campo na Estação de Tratamento de Esgoto.
O ato educativo das professoras e o aspecto didático moderno da aula recebida pelos alunos são dignos de todos os louvores. Parabéns a todos. Eu sou de Itapeipu, onde fui registrado no Cartório do senhor Anadissor Oliveira. Meus pais, Euclides Carlos de Oliveira e dona Maria Salomé de Oliveira, moravam em Cachoeira Grande. Em Itapeipu, tia Mariinha, já falecida, e tia Ernesina, esposa do senhor Genésio (eles tinham uma padaria), são os meus parentes. Há ainda uma professora filha de Augusta, filha adotiva (termo da época) de tia Mariinha. Digam isso a eles. Estou admirado com o nível cultural-intelectual dessa escola e de todos.
Sou João Carlos de Oliveira, professor, advogado, escritor. www.linguagemdocotidiano.com.br
Sou João Carlos de Oliveira, professor, advogado, escritor. www.linguagemdocotidiano.com.br
domingo, 31 de janeiro de 2016
Cédula e sédula
Contenda entre vendedor e comprador. Um mais afobado que o outro. Chegam a um momento em que se desentendem, mas querem uma solução. O vendedor propõe - "O Senhor tem que trazer esse valor em moeda corrente."
O comprador chega mais tarde com três mil Reais em "moedas" de um, cinco, dez, vinte e cinco e cinquenta centavos. E diz "conte tudo".
Moeda não seria a moedinha de troco, o miúdo; seria o dinheiro nacional. O comprador, de propósito, é que levou as moedinhas, e não o papel-moeda ou cédula em circulação no Brasil.
O vendedor teve um trabalho danado, contando as moedas.
Cédula é dinheiro; sédula, homônimo homófono, é o mesmo que pessoa diligente cautelosa, cuidadosa. Nenhum dos dois foi uma pessoa sédula.
O leitor deste blogue pode comparar dirigente com diligente?
Este é o escopo deste bloguista.
Assinar:
Postagens (Atom)